CAVALCANTE, Leandro Vieira. Agronegócio, questão agrária e uso corporativo do território. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2026.
Apresentação:
Há uma profunda relação entre agronegócio, questão agrária e território. Isso ocorre porque o agronegócio, enquanto um modelo de produção orientado pela e para a acumulação capitalista a qualquer custo, se apoia na apropriação de extensas parcelas de terra, reorientando a questão agrária e os usos do território. Dessa forma, não há como falar em agronegócio no Brasil sem atentar para a discussão acerca da reconfiguração da questão agrária e para o uso corporativo do território. Defende-se, portanto, que é imprescindível considerar as dimensões da terra e do território no âmbito do debate sobre a expansão e os impactos ocasionados pelo agronegócio.
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Sumário:
Prefácio. O controle do território pelo uso corporativo transforma a cultura em negócio | Bernardo Mançano Fernandes - p. 9
Apresentação - p. 13
1. Agronegócio, questão agrária e território no Brasil - p. 17
2. A territorialidade do capital no campo: agronegócio e uso corporativo do território - p. 35
3. Agronegócio do coco e territorialização do capital - p. 65
4. Territórios em disputa: monocultura do coco e conflitos por terra - p. 95
5. O protagonismo do Estado no pacto do agronegócio da fruticultura - p. 121
6. Melão é agro: agronegócio do melão e uso corporativo do território - p. 145
7. Entre fazenda e firmas: agronegócio da fruticultura e concentração fundiária - p. 163
8. A caixa-preta das firmas hegemônicas do agronegócio da fruticultura - p. 191
9. Agronegócio, expropriação e desterritorialização: terra e território em disputa - p. 219
10. A territorialização do agronegócio do algodão transgênico - p. 243
Posfácio. A ciência contra as falácias do agro | Renato Roseno - p. 271
Apresentação:
Há uma profunda relação entre agronegócio, questão agrária e território. Isso ocorre porque o agronegócio, enquanto um modelo de produção orientado pela e para a acumulação capitalista a qualquer custo, se apoia na apropriação de extensas parcelas de terra, reorientando a questão agrária e os usos do território. Dessa forma, não há como falar em agronegócio no Brasil sem atentar para a discussão acerca da reconfiguração da questão agrária e para o uso corporativo do território. Defende-se, portanto, que é imprescindível considerar as dimensões da terra e do território no âmbito do debate sobre a expansão e os impactos ocasionados pelo agronegócio.
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Sumário:
Prefácio. O controle do território pelo uso corporativo transforma a cultura em negócio | Bernardo Mançano Fernandes - p. 9
Apresentação - p. 13
1. Agronegócio, questão agrária e território no Brasil - p. 17
2. A territorialidade do capital no campo: agronegócio e uso corporativo do território - p. 35
3. Agronegócio do coco e territorialização do capital - p. 65
4. Territórios em disputa: monocultura do coco e conflitos por terra - p. 95
5. O protagonismo do Estado no pacto do agronegócio da fruticultura - p. 121
6. Melão é agro: agronegócio do melão e uso corporativo do território - p. 145
7. Entre fazenda e firmas: agronegócio da fruticultura e concentração fundiária - p. 163
8. A caixa-preta das firmas hegemônicas do agronegócio da fruticultura - p. 191
9. Agronegócio, expropriação e desterritorialização: terra e território em disputa - p. 219
10. A territorialização do agronegócio do algodão transgênico - p. 243
Posfácio. A ciência contra as falácias do agro | Renato Roseno - p. 271
