LAVAL, Christian. A escola não é uma empresa: o neoliberalismo em ataque ao Ensino Público. Tradução de Mariana Echalar. São Paulo: Boitempo, 2019.
Apresentação:
Em A escola não é uma empresa, o sociólogo Christian Laval discute a crise de legitimidade da escola em tempos de avanço neoliberal e coloca em xeque os valores embutidos em termos hoje correntes na educação, como "inovação" e "eficiência". A obra faz um diagnóstico geral das mudanças nos sistemas educacionais influenciadas pelo chamado neoliberalismo escolar. Laval mostra como o Banco Mundial, a Organização Mundial do Comércio e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, entre outros órgãos, pressionam os sistemas de educação nacionais a fazer com que as instituições de ensino e os profissionais que nelas trabalham se moldem às necessidades do capitalismo contemporâneo. Vendidas como modernizadoras, medidas como as provas padronizadas e ideias como as de capital humano e de competências e habilidades se prestam mais a atender interesses do mercado que à formação e emancipação dos estudantes. A Boitempo publica esta obra pioneira, que serviu de alerta para a luta em defesa da escola pública na França, em nova tradução e com um prefácio inédito do autor, que atualiza as questões discutidas na obra e as relaciona ao contexto brasileiro.
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Sumário:
Nota da Tradução - p. 6
Prefácio à segunda edição brasileira - p. 7
Introdução - p. 15
I - A Produção de "Capital Humano" a Serviço da Empresa
1. Novo capitalismo e Educação - p. 29
2. O conhecimento como fator de produção - p. 47
3. O novo idioma da escola - p. 67
4. Ideologia da profissionalização - p. 87
II - A Escola Sob o Dogma do Mercado
5. A grande onda neoliberal - p. 109
6. O grande mercado da Educação - p. 127
7. A colonização mercadológica da Educação - p. 149
8. A mercadização da escola e seus efeitos segregadores - p. 165
III - Poder e Gestão na Escola Neoliberal
9. A "modernização" da escola - p. 193
10. Descentralização, poderes e desigualdades - p. 225
11. A nova "gestão educacional" - p. 251
12. As contradições da escola neoliberal - p. 279
Conclusão - p. 303
Ministros da Educação Nacional (Quinta República Francesa, 1959-2004) - p. 309
Referências bibliográficas - p. 313
Apresentação:
Em A escola não é uma empresa, o sociólogo Christian Laval discute a crise de legitimidade da escola em tempos de avanço neoliberal e coloca em xeque os valores embutidos em termos hoje correntes na educação, como "inovação" e "eficiência". A obra faz um diagnóstico geral das mudanças nos sistemas educacionais influenciadas pelo chamado neoliberalismo escolar. Laval mostra como o Banco Mundial, a Organização Mundial do Comércio e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, entre outros órgãos, pressionam os sistemas de educação nacionais a fazer com que as instituições de ensino e os profissionais que nelas trabalham se moldem às necessidades do capitalismo contemporâneo. Vendidas como modernizadoras, medidas como as provas padronizadas e ideias como as de capital humano e de competências e habilidades se prestam mais a atender interesses do mercado que à formação e emancipação dos estudantes. A Boitempo publica esta obra pioneira, que serviu de alerta para a luta em defesa da escola pública na França, em nova tradução e com um prefácio inédito do autor, que atualiza as questões discutidas na obra e as relaciona ao contexto brasileiro.
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Sumário:
Nota da Tradução - p. 6
Prefácio à segunda edição brasileira - p. 7
Introdução - p. 15
I - A Produção de "Capital Humano" a Serviço da Empresa
1. Novo capitalismo e Educação - p. 29
2. O conhecimento como fator de produção - p. 47
3. O novo idioma da escola - p. 67
4. Ideologia da profissionalização - p. 87
II - A Escola Sob o Dogma do Mercado
5. A grande onda neoliberal - p. 109
6. O grande mercado da Educação - p. 127
7. A colonização mercadológica da Educação - p. 149
8. A mercadização da escola e seus efeitos segregadores - p. 165
III - Poder e Gestão na Escola Neoliberal
9. A "modernização" da escola - p. 193
10. Descentralização, poderes e desigualdades - p. 225
11. A nova "gestão educacional" - p. 251
12. As contradições da escola neoliberal - p. 279
Conclusão - p. 303
Ministros da Educação Nacional (Quinta República Francesa, 1959-2004) - p. 309
Referências bibliográficas - p. 313
