HIGGINS, Silvio Salej; RIBEIRO, Antônio Carlos. Análise de redes em Ciências Sociais. Brasília: Enap, 2018.
Apresentação:
O presente trabalho é fruto de vários anos de ensino no campo da sociometria entre alunos e alunas de Ciências Sociais e áreas afins, tanto do Brasil como do exterior. Apresenta os conceitos básicos que melhor descrevem a topologia de um sistema social: coesão, centralidade e posições funcionais. A perspectiva teórica trata os grafos como representações visuais de processos sociais dos mais variados tipos. A inspiração está na obra pioneira de Harrison White (2008), Identity and Control, opera prima de uma fórmula analítica que foge às velhas aporias da teoria social. Tanto estruturas como agentes são produtos emergentes do processo social. A sociologia neoestrutural, ou, que trabalha com dados relacionais e ferramentas de análise topológica, é sem dúvida um avanço perante a cacofonia que insiste em fazer oposições surdas entre indivíduos e estruturas. O conteúdo está articulado na sequência de 10 capítulos, com um intermédio que abre as portas de dois softwares de amplo uso, Pajek e Ucinet, e um epílogo prático com exercícios que ajudam a afiançar o aprendido. No final de cada capítulo, com exceção do primeiro, o leitor encontra exercícios que ajudam na apropriação dos conceitos trabalhados. O material apresentado não pressupõe habilidades estatísticas do leitor, ao menos não neste primeiro volume, mas sim uma concentração básica para enfrentar explicações que estão acompanhadas de notações formais, ou algébricas, imprescindíveis em qualquer abstração matemática, por elementar que esta seja. Adotamos o sistema de notação do insuperável trabalho de Stanley Wasserman e Katherine Faust (2009) intitulado Social Network Analysis: Methods and Applications.
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Sumário:
Introdução - p. 11
Capítulo 1. Georg Simmel: visionário da geometria social - p. 15
Capítulo 2. A tradição científica da análise de redes - p. 27
Capítulo 3. Conceber um estudo de redes - p. 47
Capítulo 4. A linguagem dos grafos - p. 65
Capítulo 5. Descrição de uma estrutura reticular - p. 95
Capítulo 6. Nuances do poder: outras medidas de centralidade - p. 147
Capítulo 7. Análise de subgrupos - p. 163
Capítulo 8. Papéis e posições: equivalência estrutural - primeira parte - p. 169
Capítulo 9. Papéis e posições: equivalência estrutural - segunda parte - p. 181
Capítulo 10. Papéis e posições: a passagem do micro ao macro - p. 197
Epílogo para praticantes - p. 215
Referências bibliográficas - p. 223
Apresentação:
O presente trabalho é fruto de vários anos de ensino no campo da sociometria entre alunos e alunas de Ciências Sociais e áreas afins, tanto do Brasil como do exterior. Apresenta os conceitos básicos que melhor descrevem a topologia de um sistema social: coesão, centralidade e posições funcionais. A perspectiva teórica trata os grafos como representações visuais de processos sociais dos mais variados tipos. A inspiração está na obra pioneira de Harrison White (2008), Identity and Control, opera prima de uma fórmula analítica que foge às velhas aporias da teoria social. Tanto estruturas como agentes são produtos emergentes do processo social. A sociologia neoestrutural, ou, que trabalha com dados relacionais e ferramentas de análise topológica, é sem dúvida um avanço perante a cacofonia que insiste em fazer oposições surdas entre indivíduos e estruturas. O conteúdo está articulado na sequência de 10 capítulos, com um intermédio que abre as portas de dois softwares de amplo uso, Pajek e Ucinet, e um epílogo prático com exercícios que ajudam a afiançar o aprendido. No final de cada capítulo, com exceção do primeiro, o leitor encontra exercícios que ajudam na apropriação dos conceitos trabalhados. O material apresentado não pressupõe habilidades estatísticas do leitor, ao menos não neste primeiro volume, mas sim uma concentração básica para enfrentar explicações que estão acompanhadas de notações formais, ou algébricas, imprescindíveis em qualquer abstração matemática, por elementar que esta seja. Adotamos o sistema de notação do insuperável trabalho de Stanley Wasserman e Katherine Faust (2009) intitulado Social Network Analysis: Methods and Applications.
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Sumário:
Introdução - p. 11
Capítulo 1. Georg Simmel: visionário da geometria social - p. 15
Capítulo 2. A tradição científica da análise de redes - p. 27
Capítulo 3. Conceber um estudo de redes - p. 47
Capítulo 4. A linguagem dos grafos - p. 65
Capítulo 5. Descrição de uma estrutura reticular - p. 95
Capítulo 6. Nuances do poder: outras medidas de centralidade - p. 147
Capítulo 7. Análise de subgrupos - p. 163
Capítulo 8. Papéis e posições: equivalência estrutural - primeira parte - p. 169
Capítulo 9. Papéis e posições: equivalência estrutural - segunda parte - p. 181
Capítulo 10. Papéis e posições: a passagem do micro ao macro - p. 197
Epílogo para praticantes - p. 215
Referências bibliográficas - p. 223
