LACOSTE, Yves. A Geografia: isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Tradução de Maira Cecília França. [s.l.]: Sabotagem Contra-Cultura, [1988].
Apresentação:
Para que serve a Geografia e qual sua função social? Nesse livro, Yves Lacoste responde a tais questões e alerta para as consequências que ocorrem nas populações atingidas pela "organização" de seus espaços, conclamando os geógrafos a assumir uma posição militante contra a instrumentalização da geografia pelos interesses estatais ou privados.
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Sumário:
Apresentação | José William Vesentini - p. 2
A propósito da terceira edição - p. 6
Uma disciplina simplória e enfadonha? - p. 8
Da Geografia do professores aos écrans da Geografia-espetáculo - p. 14
Um saber estratégico em mãos de alguns - p. 17
Miopia e sonambulismo no seio de uma especialidade tornada diferencial - p. 19
A Geografia Escolar que ignora toda prática teve, de início, a tarefa de mostrar a pátria - p. 24
A colocação de um poderoso conceito-obstáculo: a região-personagem - p. 27
As interseções de múltiplos conjuntos espaciais - p. 31
O escamoteamento de um problema capital: a diferenciação dos níveis de análise espacial - p. 35
A "realidade" aparece diferente segundo a escala das cartas, segundo os níveis de análise - p. 36
Uma etapa primordial no caminho da investigação geográfica: a escolha dos diferentes espaços de conceituação - p. 38
As diferentes ordens de grandeza e os diferentes níveis da análise espacial - p. 40
As estranhas carências epistemológicas da Geografia Universitária - p. 44
Uma prática universitária que é, cada vez mais, a negação do projeto global - p. 48
Ausência de polêmica entre geógrafos. Ausência de vigilância a respeito da Geografia - p. 49
Concepções mais ou menos amplas da geograficidade. Um outro Vidal de la Blache - p. 54
Historiadores que querem "uma Geografia modesta" - p. 57
Os geógrafos universitários e o espectro da geopolítica - p. 60
Marx e o espaço "negligenciado" - p. 66
Sintomas das dificuldades do marxismo em Geografia - p. 68
Princípios de uma Geografia Marxista ou fim da Geografia? - p. 70
Do desenvolvimento da Geografia Aplicada à "New Geography" - p. 73
Geógrafos mais ou menos proletarizados para pesquisas parcelares confiscadas por aqueles que as pagam - p. 76
Para uma Geografia das Crises - p. 79
Esses homens e essas mulheres que são "objetos" de estudo - p. 83
É preciso que as pessoas saibam o porquê das pesquisas das quais são objeto - p. 86
Crise da Geografia dos Professores - p. 88
Os primórdios de uma grande polêmica epistemológica - p. 89
Saber pensar o espaço para saber nele se organizar, para saber ali combater - p. 92
O mundo é bem mais complicado do que se quer acreditar - p. 95
É preciso ultrapassar a crise da Geografia - p. 98
Os geógrafos, a ação e o político - p. 99
A ação... - p. 106
...O político - p. 113
Ensinar a Geografia - p. 118
Para progressos da reflexão geopolítica na França - p. 125
Apresentação:
Para que serve a Geografia e qual sua função social? Nesse livro, Yves Lacoste responde a tais questões e alerta para as consequências que ocorrem nas populações atingidas pela "organização" de seus espaços, conclamando os geógrafos a assumir uma posição militante contra a instrumentalização da geografia pelos interesses estatais ou privados.
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Sumário:
Apresentação | José William Vesentini - p. 2
A propósito da terceira edição - p. 6
Uma disciplina simplória e enfadonha? - p. 8
Da Geografia do professores aos écrans da Geografia-espetáculo - p. 14
Um saber estratégico em mãos de alguns - p. 17
Miopia e sonambulismo no seio de uma especialidade tornada diferencial - p. 19
A Geografia Escolar que ignora toda prática teve, de início, a tarefa de mostrar a pátria - p. 24
A colocação de um poderoso conceito-obstáculo: a região-personagem - p. 27
As interseções de múltiplos conjuntos espaciais - p. 31
O escamoteamento de um problema capital: a diferenciação dos níveis de análise espacial - p. 35
A "realidade" aparece diferente segundo a escala das cartas, segundo os níveis de análise - p. 36
Uma etapa primordial no caminho da investigação geográfica: a escolha dos diferentes espaços de conceituação - p. 38
As diferentes ordens de grandeza e os diferentes níveis da análise espacial - p. 40
As estranhas carências epistemológicas da Geografia Universitária - p. 44
Uma prática universitária que é, cada vez mais, a negação do projeto global - p. 48
Ausência de polêmica entre geógrafos. Ausência de vigilância a respeito da Geografia - p. 49
Concepções mais ou menos amplas da geograficidade. Um outro Vidal de la Blache - p. 54
Historiadores que querem "uma Geografia modesta" - p. 57
Os geógrafos universitários e o espectro da geopolítica - p. 60
Marx e o espaço "negligenciado" - p. 66
Sintomas das dificuldades do marxismo em Geografia - p. 68
Princípios de uma Geografia Marxista ou fim da Geografia? - p. 70
Do desenvolvimento da Geografia Aplicada à "New Geography" - p. 73
Geógrafos mais ou menos proletarizados para pesquisas parcelares confiscadas por aqueles que as pagam - p. 76
Para uma Geografia das Crises - p. 79
Esses homens e essas mulheres que são "objetos" de estudo - p. 83
É preciso que as pessoas saibam o porquê das pesquisas das quais são objeto - p. 86
Crise da Geografia dos Professores - p. 88
Os primórdios de uma grande polêmica epistemológica - p. 89
Saber pensar o espaço para saber nele se organizar, para saber ali combater - p. 92
O mundo é bem mais complicado do que se quer acreditar - p. 95
É preciso ultrapassar a crise da Geografia - p. 98
Os geógrafos, a ação e o político - p. 99
A ação... - p. 106
...O político - p. 113
Ensinar a Geografia - p. 118
Para progressos da reflexão geopolítica na França - p. 125
