ANDRADE, Manuel Correia de. Lutas camponesas no Nordeste. São Paulo: Ática, 1986.
Apresentação:
O livro Lutas Camponesas no Nordeste é uma obra introdutória fundamental na área de Geografia Agrária. A problemática da vida no campo é bem diferente da urbana. No campo observa-se a existência de relações de trabalho bastante diversificadas de uma área para outra, de uma região ou sub-região para outra; em todas as áreas e regiões, porém, constata-se ,a existência de proprietários de grandes e médias porções de terra, contrastando com os grupos, bem mais numerosos, dos que trabalham em terra alheia ou que, dispondo de pequenas áreas, complementam o seu salário trabalhando também para os grandes proprietários. Não há, assim, uma unidade entre os que vendem a força de trabalho, uma vez que, ao lado dos que estão expropriados da terra e dos utensílios de trabalho, existem os que ainda detêm alguma propriedade, embora a sua principal fonte de subsistência seja a venda da força de trabalho.
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Sumário:
1. A problemática camponesa - p. 5
2. Os primeiros conflitos - p. 8
3. A formação do campesinato - p. 15
4. Expansão do capitalismo e modernização agrária - p. 20
5. A organização dos trabalhadores: ligas camponesas e sindicatos rurais - p. 25
6. O Estado e o trabalhador rural - p. 32
7. O golpe de 64 e a política agrária - p. 42
8. A luta por melhores condições de trabalho e pela reforma agrária - p. 48
9. Vocabulário crítico - p. 59
10. Bibliografia comentada - p. 61
Apresentação:
O livro Lutas Camponesas no Nordeste é uma obra introdutória fundamental na área de Geografia Agrária. A problemática da vida no campo é bem diferente da urbana. No campo observa-se a existência de relações de trabalho bastante diversificadas de uma área para outra, de uma região ou sub-região para outra; em todas as áreas e regiões, porém, constata-se ,a existência de proprietários de grandes e médias porções de terra, contrastando com os grupos, bem mais numerosos, dos que trabalham em terra alheia ou que, dispondo de pequenas áreas, complementam o seu salário trabalhando também para os grandes proprietários. Não há, assim, uma unidade entre os que vendem a força de trabalho, uma vez que, ao lado dos que estão expropriados da terra e dos utensílios de trabalho, existem os que ainda detêm alguma propriedade, embora a sua principal fonte de subsistência seja a venda da força de trabalho.
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Sumário:
1. A problemática camponesa - p. 5
2. Os primeiros conflitos - p. 8
3. A formação do campesinato - p. 15
4. Expansão do capitalismo e modernização agrária - p. 20
5. A organização dos trabalhadores: ligas camponesas e sindicatos rurais - p. 25
6. O Estado e o trabalhador rural - p. 32
7. O golpe de 64 e a política agrária - p. 42
8. A luta por melhores condições de trabalho e pela reforma agrária - p. 48
9. Vocabulário crítico - p. 59
10. Bibliografia comentada - p. 61
